Filmes mostrarão que vale a pena cuidar das águas do Pantanal

wwf filme m 2015

Cinco curtas-metragens mostram o trabalho do WWF-Brasil e parceiros na recuperação de nascentes e rios da maior área úmida do planeta / Foto: WWF Brasil

O WWF-Brasil vai lançar em Julho uma série de cinco curtas-metragens que revelarão a importância do trabalho de conservação dos rios e nascentes do Pantanal. Desde 2010, a organização atua na região por meio de iniciativas que ajudam a manter o meio ambiente, a biodiversidade e promover o desenvolvimento sustentável na maior área úmida do planeta. Tudo a partir do cuidado com a água.

As personagens dos filmes são todas pantaneiras de nascimento ou de coração. São moradores que vivem nos municípios das Cabeceiras do Pantanal, uma área composta por 25 municípios onde nascem as águas que garantem a inundação da planície pantaneira. É ali que essas pessoas criaram suas famílias e construíram um jeito próprio de conviver com o ambiente pantaneiro.

Nos filmes, os pequenos produtores rurais, pescadores, empresários constatam o desaparecimento das nascentes por más práticas e também a queda na qualidade da água dos rios, mas alertam que ainda há tempo de trabalhar pelas águas.

Ao narrar suas histórias de vida, elas contam como o trabalho do Pacto em Defesa das Cabeceiras do Pantanal tem melhorado sua qualidade de vida, de suas famílias e comunidades e também do meio ambiente.

O pacto é uma aliança idealizada pelo WWF-Brasil entre o governo de Mato Grosso e prefeituras, o setor privado e a sociedade civil organizada para proteger uma região composta por 25 municípios, onde vivem três milhões de pessoas e onde se localiza o rio Paraguai e afluentes como Sepotuba, Cabaçal e Jaurú.A intenção é recuperar pelo menos 50 nascentes e conservar mais de 700 quilômetros de rios da região.

Ao aderir ao Pacto, cada instituição opta por implementar em seu município pelo menos três ações que preservem as nascentes e os rios, como, por exemplo, a recuperação de áreas degradadas, recuperação de nascentes, recuperação de matas ciliares, melhoria da qualidade da água dos rios, melhoria do saneamento básico ou até mesmo a troca de experiências de educação ambiental existentes na região.

Fonte: WWF Brasil

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