Novos empreendimentos vão criar 17 mil vagas no Polo de Camaçari; veja áreas

De acordo com a projeção do Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic), até 2015, o Polo Industrial de Camaçari vai contar com investimentos que chegam a R$ 7 bilhões. Com expansão e criação de novos empreendimentos, o complexo vai gerar 17 mil novos postos de trabalho, direta e indiretamente.

O superintendente do Cofic afirma que a maior demanda é para profissionais com nível técnico, o que representa 75% das vagas. A outra fatia do bolo fica com os profissionais de nível superior, que devem ocupar 25% das vagas disponíveis.

Em nível técnico, as vagas são, predominantemente, nas áreas de operação, manutenção industrial, instrumentação, mecatrônica e mecânica. Já para o nível superior, a procura é maior por engenheiros químicos, mecânicos, elétricos e, mais recentemente, engenheiros de produção.

“Essa é uma projeção de cinco anos, que partiu do ano de 2010 até 2015, e mostra o aumento de empregos gerados pelo Polo de Camaçari”, revelou o superintendente de Desenvolvimento de Pessoas e Comunicação do Cofic, Erico Oliveira.

Capacitação  

A qualificação profissional é imprescindível para quem deseja pleitear uma vaga no complexo. “É preciso que a pessoa tenha, no mínimo, o nível médio e uma extensão técnica se quer entrar. Algumas empresas escolhem as pessoas e oferecem a complementação específica para a necessidade do trabalho”, disse Erico.

Para Krícia Galvão, responsável por Pessoas & Organização Vinílicos da Braskem, empresa com indústria no Polo de Camaçari, a formação dos funcionários é importante para o desenvolvimento do profissional e para a competitividade da empresa.

“O integrante Braskem tem consciência da sua contribuição para a sociedade. É preciso saber lidar com as novas tecnologias, ter conhecimento abrangente das diversas etapas da cadeia produtiva, visão de negócio e de futuro, sempre aprendendo e buscando o autodesenvolvimento”, diz.

Ela explica que a empresa conta com funcionários de perfis variados, especializados em operação, caldeiraria, manutenção, mecânica, instrumentação e elétrica. “Há também médicos do trabalho, engenheiros ambientais e técnicos nas áreas de saúde, segurança e meio ambiente”, elenca.

Ainda segundo Krícia, entre as formações mais requisitadas estão mecânica, elétrica, mecatrônica, eletromecânica, química e de segurança do trabalho.

O engenheiro de processo da planta de PE–3, da Braskem, Dimitri Guimarães de Oliveira Santana, sabe bem disso. Há dois anos na petroquímica, Dimitri compreende que sua formação como engenheiro químico lhe permite transitar por diversas áreas na empresa.

Leia a matéria completa do Correio*

Fonte: Correio*

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